O impacto do ensino maker na educação no Brasil

Que a Cultura Maker é responsável por bons resultados em muitos aspectos da jornada de alunos, podemos sentir. Mas por que não medir o impacto do ensino maker em números?

Buscando um modelo que vai além do comum, diversas escolas integraram aulas maker a suas grades curriculares. Por isso, o NAV Digital escutou várias delas, além de instituições que não adotaram a metodologia, para fazer a 1ª Pesquisa Nacional do Impacto do Ensino Maker na Educação

No total, 200 escolas de todo o Brasil compartilharam dados sobre as mudanças notadas com o ensino maker. Também buscamos saber as impressões e intenções quanto à experiência de alunos e professores. Por fim, vimos também as tendências para 2021.

Quer conferir os resultados?

Um pouco de contexto sobre o Ensino Maker

Originado da cultura do “faça você mesmo”, ou “do it yourself (DIY)”, que nasceu por volta dos anos 50, o Movimento Maker se popularizou nos anos 2000. 

Desde então, muitas escolas aderiram ao maker, motivadas pelas mudanças na área da tecnologia do século XXI. Isso porque o Maker oferece ao estudante “nativo digital” um ensino que se encaixa em suas novas necessidades. Trazendo ainda habilidades necessárias para novos desafios.

É assim que a metodologia propõe melhor absorção dos conteúdos escolares: por meio de atividades em que o aluno coloque a mão na massa.

O diferencial do ensino maker está em estimular alunos a aprender na prática. Isso porque, de maneira exploratória, eles desenvolvem conceitos que fazem parte do currículo. Além de competências socioemocionais – inclusive as exigidas pela BNCC para a formação do aluno para o mundo.

O impacto do ensino Maker nas escolas do Brasil

De acordo com a 1ª Pesquisa Nacional sobre o Impacto do Ensino Maker na Educação, 50,4% das escolas que adotaram o ensino viram o aumento no engajamento dos seus alunos como um dos principais benefícios. Além disso, entre as escolas que não adotaram a metodologia, mais de 80% acreditam que esta seria a principal vantagem.

Os resultados fazem muito sentido se considerarmos que um dos lemas do Maker é “aprender brincando”. Ao fazer uso das tecnologias e propor atividades nas quais os estudantes podem aprender se divertindo, o modelo retém a atenção. Outra vantagem é convidar os estudantes a serem protagonistas na construção do seu conhecimento.

Mas os alunos não são os únicos que se beneficiam! Segundo a pesquisa, 3/4 dos professores afirmaram que também se perceberam mais engajados com o processo. Nesse caso, o papel dos educadores também muda. E eles sentem o impacto do ensino maker ao saírem do modelo tradicional.

Isso porque, nas aulas maker, o aluno passa a ter papel ativo em sua própria formação. Assim, os professores também se sentem mais envolvidos com a evolução.

E o isolamento social?

Como a pandemia do coronavírus fechou escolas em todo o país, elas precisaram se reinventar para levar as aulas de forma remota.

Nesse contexto, algumas viram o ensino maker como um diferencial: metade delas adotou a metodologia nesse período para melhorar a capacidade socioeducacional dos alunos.

E segundo as respondentes, o engajamento foi o principal impacto do maker neste meio tempo.

Além disso, 70% perceberam melhora no desempenho dos alunos nas atividades a distância.

Mais resultados positivos

Diante do impacto do ensino maker na educação brasileira, o NAV Digital se orgulha de ser uma plataforma com aulas Maker online para o Ensino Fundamental cem por cento gratuita. 

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