6 estratégias para uma gestão de crise na escola

Com as redes sociais, o compartilhamento de posts e a velocidade com que as informações chegam às pessoas, uma crise pode surgir de forma muito mais rápida. E isso pode prejudicar a imagem da empresa do dia para a noite. Por isso, é tão importante saber realizar uma gestão de crise na escola.

Mas você sabe como fazer isso? 

Utilizando estratégias para resolver o problema antes que ele prejudique ainda mais a imagem da escola ou até suas atividades. Para isso, crie estratégias que atenuem os efeitos da crise e outras que atuem de forma preventiva, evitando crises futuras.  

Entendendo as crises

Engana-se quem pensa que crise é resumida somente ao fator econômico: ela vai muito além disso. Confira alguns tipos de crises que uma escola pode enfrentar.

Econômica: a dificuldade na captação de novos alunos, inadimplência ou redução no número de estudantes podem causar uma crise. 

Qualidade: acontece quando falta qualidade no ensino, no corpo docente e demais colaboradores. 

Relacionamento: acontece quando a escola não resolve os atritos que podem surgir entre professores, funcionários, pais de alunos e atendimento ao público.

Fatores externos: a economia, política, concorrentes, problemas culturais e sociais e até pandemias podem desencadear crises na escola. 

Mas como realizar uma gestão de crise na escola?

Separamos 6 estratégias para te ajudar com isso.

1. Faça um planejamento estratégico

Primeiro, entenda o cenário em que sua escola se encontra, prevendo as possíveis ameaças e dificuldades que podem surgir a médio e longo prazo. 

Com esse cenário construído e mapeado, é hora de realizar o planejamento estratégico. Ele define as ações a serem tomadas durante as crises para minimizar seus efeitos e possibilitar a recuperação da escola.

2. Defina um plano para prevenção de crise na escola

Como as crises podem surgir a qualquer momento, a escola precisa estar preparada e já ter um plano de prevenção. Se ela possui uma reserva financeira, por exemplo, consegue enfrentar um possível aumento de inadimplência e atenuar os efeitos dessa crise. 

Quando ela não faz essa prevenção, pode se ver obrigada a tomar atitudes que prejudicam o seu funcionamento, como a demissão de funcionários e a diminuição da qualidade do ensino causada pela falta de recursos. 

3. Invista em 4 áreas

A escola deve priorizar seus investimentos em áreas que permitem que ela continue suas atividades e mantenha a qualidade do ensino, mesmo em momentos de crise. 

Essas áreas são: 

  1. Materiais didáticos: livros didáticos, cadernos de exercícios para atividades em casa e apostilas para as atividades das aulas. 
  2. Marketing: fidelizar pode ser mais econômico para sua escola do que captar novos alunos. Além disso, procure investir em CRM para otimizar processos. 
  3. Infraestrutura: acessibilidade, biblioteca, laboratório e espaços físicos adequados para o processo de aprendizagem e desenvolvimento dos alunos.
  4. Capacitação profissional: uma capacitação constante de professores e colaboradores de outras áreas pode aumentar a qualidade do serviço que sua escola oferece. 

4. Tenha parceiros para enfrentar momentos de crise

A contratação de profissionais que atuam com gestão de crise na escola nem sempre é possível. Por isso, é essencial ter parcerias que ajudam você nesses momentos. O ideal é que esse apoio seja contínuo e preventivo – e não apenas depois que a crise já está instaurada. 

Além de consultores em gestão de crise na escola, você pode contar com consultores de marketing, novas tecnologias e metodologias que ajudam sua escola a se recuperar e manter o aluno.

5. Elabore um plano de comunicação para gestão de crise na escola

Algumas escolas minimizam a importância da comunicação. Porém, ela é cada vez mais importante. Um plano de comunicação pode evitar que crises sejam iniciadas, além de reverter as que já estão em curso. 

Alguns dos pontos que uma escola precisa ter em seu plano de comunicação:

  1. Equipe responsável pela comunicação 
  2. Criação de conteúdo
  3. Escolha e treinamento de um colaborador para ser o porta-voz da instituição
  4. Monitoramento constante das redes sociais e outros meios para saber o que estão falando da escola
  5. Reuniões com os membros da equipe de comunicação para prever as crises

6. Use o maker para manter o aluno na escola

O maker é uma metodologia inovadora e engajante que a escola pode utilizar como estratégia para ter um diferencial competitivo. Dessa forma, ela mantém o aluno na escola e, consequentemente, pode evitar crises financeiras na instituição.

A metodologia maker permite que o aluno participe ativamente do seu processo de aprendizagem. Além disso, as atividades mão na massa desenvolvem a sua criatividade, autonomia e empatia.

Como as escolas encontraram apoio no Nave à Vela

Com o Nave à Vela, não são somente os alunos que se beneficiam. A escola recebe todo um suporte de marketing e pedagógico. 

Durante o período do isolamento social, com a necessidade do ensino remoto, o Nave à Vela desenvolveu plataformas para um cenário online. Confira:

NAV Digital: plataforma gratuita para alunos do Ensino Fundamental realizarem atividades maker de onde estiverem. Com ele, a escola consegue dar continuidade ao processo de aprendizagem e desenvolvimento mesmo a distância.

Camadas digitais das coleções didáticas: a Coleção Engenhocas, o Guia do Inovador das Galáxias e a Coleção Missão Maker ganharam plataformas digitais que permitem que o aluno aprenda e se desenvolva dentro e fora da escola.

Gostou de conhecer as estratégias para uma gestão de crise na escola?

Então deixe um comentário e nos conte quais as estratégias que a sua escola utiliza neste momento!

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