Uma ponte para a aprendizagem criativa


SAIBA MAIS

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do Nave à Vela


Nós, do Nave à Vela, respeitamos a necessidade da sua escola, entendendo as particularidades de cada universo escolar.

Para estimular o desenvolvimento de competências para o século XXI, trabalhamos em conjunto com a sua escola para integrar a proposta do Currículo de Cultura de Inovação (CCI) com as outras disciplinas, gerando mais significado para o processo de aprendizagem do aluno.

Fornecemos subsídios para os educadores, como materiais didáticos e de suporte, e os incluímos nas dinâmicas de alinhamento para a adaptação e integração das atividades mão na massa no contexto da escola.

QUERO LEVAR PARA MINHA ESCOLA
 

Realizadas dentro de espaços maker e embasadas na BNCC, as atividades do CCI estimulam o desenvolvimento de competências ligadas à inovação, que estão estruturadas da seguinte maneira:

As competências trabalhadas são Letramento Tecnológico, Resolução Criativa de Problemas e Realização de Projetos. Integradas e transversais a elas estão três competências socioemocionais: Empatia, Colaboração e Autonomia.


SAIBA COMO IMPLEMENTAR
 

Como funciona?

 
  • Uma aula a cada 15 dias, com duração de 1h30

  • Aulas do 1º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio

  • Contextualização curricular, de acordo com a realidade da escola**De acordo com o alinhamento pedagógico

O que os alunos dizem

  • “Com o projeto da Catapulta, por exemplo, a gente aprendeu a usar martelo e percebi a importância disso. Vi minha mãe com dificuldade de prender um cabo de rede e percebi que aquilo era muito complicado. Mas dava para ver que se você aprende desde pequeno a usar um martelo seria bem mais fácil, saber usar aquele instrumento facilita o processo.”

    G. 11 – 6o ano, aluno do Colégio Elvira Brandão

  • “A gente aprende muito mais com os erros do que com os acertos, e a gente acaba levando isso para vida.”

    M.B. 12 – 8o ano, aluno do Colégio Visconde de Porto Seguro

  • “No trabalho em grupo sou eu pensando com mais umas 4 pessoas, pode virar uma solução bem melhor do que se eu pensar nisso sozinha.”

    G. 11 – 6o ano, aluna do Colégio Elvira Brandão